sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Na aula...virtual!

Bom, acabou agora mesmo a minha primeira aula on line! Uma iniciativa muito interessante e na minha modesta opinião, a repetir se possível!
Não pretendo ser muito teórico, a relatar quais os tópicos que se discutiram, mas sim deixar a minha reflexão acerca desta aula...
Gostei da forma como o debate decorreu, a forma como cada um demonstrou o seu ponto de vista de forma aberta (uma vantagem das tecnologias) e por fim gostei, porque afinal gostamos sempre de quebrar a rotina e de fazer coisas diferentes! Foi possivel cultivarmos diálogo, conhecimento e partilhar ideias, e por isso gosto de ter uma visão positiva das tecnologias, do mundo e da sua evolução, da modernização, no fundo de ter novos horizontes em perspectiva...
Afinal de contas, o que seria de nós se o mundo não evoluisse? É obvio que nem sempre evolui de forma "positiva" (quem sabe se o negativo de hoje não é o positivo de amanhã?), ou para onde nós queremos. O que sei é que não tenho motivos para pensar de forma negativa, pelo menos neste âmbito...aliás como poderia, tendo nascido na provavelmente melhor era que a humanidade já viveu..
Como de costume deixo-me levar pelos pensamentos e filosofo...o fundo da questão é: parabéns à professora e às colegas que organizaram, pois foi diferente :)

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

TDC e Tecnologias

Na última aula de Teoria e Desenvolvimento Curricular, surgiu um tema de discussão: Qual o papel das tecnologias na educação?
Parece-me que o facto de uma aula distinta, girar em torno da temática das tecnologias, nos demonstra o quão importante estas são e como cada vez mais estão enraizadas e como já são indissociáveis da educação.
Na aula, a professora propôs-nos que respondêssemos a duas questões:
- Será a Tecnologia Educativa a forma mais eficaz de educar?
- Será que o processo tecnológico tem ausência de valores?
Apesar de poucas respostas terem sido divulgadas, ficou a ideia que a tecnologia deve ser utilizada em lateralidade e num processo inerente e complementar com a acção humana. E voçês o que acham? ;)

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Youtube - um lado educativo

Hoje, ao ler o jornal pela manhã, tive a oportunidade de descobrir que o Youtube lançou uma página com o objectivo de acabar com o bullying, fenómeno existente nas escolas e que afecta vários alunos. "O portal YouTube lançou o primeiro site “antibullying” para encorajar os jovens a denunciar os abusos e intimidações de que são alvos através da internet. Este espaço virtual, o “Beatbullying YouTube”, pretende revolucionar a forma como se acede à informação on-line."
Este site surge na sequência do alastrar do fenómeno do bullying à internet, onde pela impessoalidade se torna mais fácil ainda agredirmos os outros. Achei interessante esta noticia, já que vem demonstrar uma das potencialidades do Youtube, neste caso a educação para a cidadania!

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Gerações

Uma das frases que mais me fez pensar neste primeiro capítulo, foi a frase com que o autor fechou o sub-título "O Ian vê um vídeo": "A maior liberdade de escolha alterará dramaticamente o modo como as crianças aprendem e se desenvolvem". Porque é que me fez pensar? Porque é um ponto de partida para um discussão. Considero que o ser humano tem uma enorme plasticidade...Uma tão grande plasticidade que permite distinguirmo-nos uns dos outros em tantos aspectos, que nos permite num dia estar no Pólo Norte e no dia seguinte no deserto do Sara e que até nos permitiu evoluir no sentido de um africano ter uma cor diferente de um asiático...E assim sendo, o que surgirá, que tipo de evolução iremos experimentar, se de repente tivermos tudo aquilo pelo qual nos interessamos ao nosso alcance de forma quase ilimitada? Ficaremos super desenvolvidos ou simplesmente não teremos capacidade para processar tanta informação?

A primeira vista de olhos pelo livro...

Foi com agrado que li as primeiras páginas do livro "Família em rede". Eu próprio, apesar de ser um membro da geração bit, sempre me deixei desactualizar em relação aos assuntos informáticos, e como tal, talvez tenha sido por isso que dei especial atenção a este primeiro capítulo, onde as diferenças entre capacidades de aprendizagem para as informáticas foram realçadas. Obviamente, ao contrário de Papert não me espanto ao ver uma criança de 3 anos que já escolhe o seu video favorito, mas espanto-me muitas vezes quando descubro que afinal ainda há muito para saber neste enorme mundo dos computadores!

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Olá de novo!

Após um período de férias escolares, eis que nos encontramos outra vez, desta feita já com o 1º ano bem arrumado e já concluido e com os olhos postos no 2º ano que nos espera, e o qual se adivinha que não seja "pêra doce"!
Para a disciplina de Tecnologias 2, foi-me proposto, e a vós que frequentam este grande curso de ciências de educação, a leitura do livro de Seymour Papert, "A família em rede".
Assim, e de hoje em diante, a dinamização deste blog irá muito de acordo com as minhas conclusões e novos conhecimentos tirados da leitura do livro...